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Dicas

Esteira ou elíptico? Compare os dois aparelhos

Eles se diferem no impacto do exercício, mas o trabalho do músculo é parecido
Aos que preferem a praticidade de fazer exercício físico sem sair de casa, ter um aparelho próprio é uma ótima opção. Mas qual será o melhor investimento: uma esteira ou um elíptico? "Independente do aparelho, a pessoa deve gostar e se sentir confortável durante o exercício, desfrutando de todos os benefícios", conta Andressa Peters, personal trainer da Academia FIT, em Curitiba. Segundo ela, tanto a esteira quanto o elíptico são excelentes para treinar o condicionamento físico, mas há algumas diferenças. Para ajudar nessa escolha, compare os principais prós e contras de cada aparelho.

1. Na esteira, é possível fazer tanto caminhada quanto corrida. Se o exercício escolhido for a caminhada, não será preciso um grande condicionamento físico, já que ela é indicada para iniciantes. "Tudo depende da intensidade do exercício, frequência cardíaca, ritmo e tempo de duração da atividade", afirma a personal trainer Andressa Peters.

2. Assim como na esteira, o condicionamento físico exigido pelo elíptico também depende da intensidade do exercício. "Um iniciante consegue fazer uma caminhada na esteira e também consegue realizar um exercício ininterrupto no elíptico", conta o personal trainer Jairo Diógenes, coordenador técnico da Academia Fitness Together, em São Paulo.

DICAS

Qual método você usa para monitorar o desempenho durante o treino: frequência cardíaca, distância ou velocidade? Na hora da corrida, todo controle é bem-vindo. Entenda a diferença de cada um, mas saiba que unir os três tipos de monitoramento são os ideais. Controlar a intensidade da corrida pelos batimentos cardíacos é positivo desde que você faça previamente os exames necessários para a prática da atividade. No caso da frequência cardíaca, ela só terá uma boa validade com um teste ergoespirométrico em dia. Além do uso do um monitor em todos os treinos e provas para poder fazer uma comparação de desempenho.

Dica: usar frequencímetros e monitores cardíacos é ideal para a iniciante ganhar conhecimento de seus limites e, depois, aliar à percepção de esforço e cansaço.

Percepção de esforço Conseguir sentir o nível de cansaço e esforço feito no treino é algo que parece fácil, mas na verdade não é tão simples assim. Para medir o treinamento dessa maneira é preciso ter um pouco mais de experiência no esporte, já que você pode achar que consegue correr num ritmo mais forte do que realmente pode.

Dica: esse treino depende da experiência que você tem para sentir a velocidade possível para determinados percursos e distâncias. Use mais em treinos leves, que não comprometam a sua saúde.

Velocidade e distância Um treino com medição de velocidade e distância é, obviamente, mais preciso. Você consegue seguir o treinamento sem riscos de ir além do que foi planejado. Mas seguir uma planilha e as orientações de um especialista também é importante.

Dica: qualquer treino pode ser feito com a medição de velocidade e/ou distância. Porém, as que optam por treinar desta forma devem estar sempre atentas aos limites do corpo. Quando decidir correr dessa forma, respeite sempre sua sensação de cansaço - não ultrapasse seu limite - e, se possível, fique atenta também aos seus batimentos cardíacos, caso já tenha feito os exames indicados.

Exercícios físicos ajudam a controlar dores do reumatismo durante o frio

Os ossos e os músculos sentem frio! Quando os vasos sanguíneos se contraem em busca de calor, a circulação no corpo é prejudicada. Pacientes com doenças reumáticas, como artrite e artrose, por exemplo, logo percebem dores nas articulações.

O controle dos incômodos, na maioria das vezes, é feito por remédios. Mas a atividade física também pode ser poderosa na hora de amenizar esses sintomas.

Modalidades aquáticas, Pilates e até musculação, são boas indicações para pacientes com quadros reumáticos. "Os tendões e articulações são lubrificados pelo líquido sinovial. Ele evita dores, lesões, distensões. E esse líquido só é ativado com o movimento do corpo", afirma Jairo Alcântara, coordenador de educação física da academia House Fitness.

Foi no tratamento médico em conjunto com a atividade física que a estudante Fernanda Caribé, de 22 anos, encontrou a solução para o controle das dores por todo o corpo. Ela foi diagnosticada com artrite reumatóide juvenil aos 16 e também tem problemas no joelho. Mas nada a impede de fazer musculação.

"Hoje também faço Pilates. Inclusive o médico me disse para encarar a atividade física como tratamento, principalmente em relação ao meu joelho. A temperatura cai e não sinto mais dor", conta.

Já os pacientes em fase aguda de doenças reumáticas devem fazer exercícios controlados. "Séries mais leves são ideais, para relaxar, e com bastante alongamento. É ele que controla a tendência da contração muscular que temos quando as temperaturas baixam", alerta a fisioterapeuta Mércia Leonora.

As doenças que atingem os ossos muitas vezes são degenerativas, e exercícios praticados sem orientação podem agravar o quadro clínico. "Atividades de alto impacto, sem acompanhamento, aceleram esse processo. É indispensável um profissional para prescrever o peso, o exercício e o numero de repetições do treino de cada aluno".